Então gente cade a princesa? Eu preciso saber, mais antes tenho que contar um segredo meu é que eu não acredito não , e sabe porque? Eu tenho certeza que dessa vez o herói não encontrara a princesa, mais a resposta sobre essa questão é que mudaram o final da estória, dessa vez a princesa é uma prostituta ou meretriz e aparece no conto de João o profeta do apocalipse , que o título do livro deveria ser a "Revelação de Jesus Cristo" que voltara de sua morte para enfrentar o dragão no fim dos tempos.
Dizem que foi Jesus Cristo que pediu para Apostolo João escrever o livro profético, e João como escriba de Jesus (Obs. Acredito eu que ele sabia escrever)
então João escreveu o livro do apocalipse, e no livro conta que Jesus terá uma segunda vinda do céu a terra como um cavaleiro em um cavalo branco, com o nome fiel e verdadeiro com justiça e em seus olhos saem chamas de fogo, e na sua cabeça blá blá blá, com uma espada na mão afiada, para com ela ferir as nações e etc...
(eu acho melhor deixar a passagem bíblica aqui Apocalipse 19:11-16)
Bom gente a intenção de eu colocar a passagem de Apocalipse é o seguinte, vou resumir o livro diz em uma profecia de Jesus em seu retorno pra lutar em uma ultima batalha onde ele mesmo já garante sua vitória derrotando um Dragão, mais o principal pra um cavaleiro e uma espada e vencer o dragão e salvar a Princesa.
Então eu cheguei a conclusão que a princesa vai ser a mulher que aparece em Apocalipse 12 e diz:
"E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.
E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias."
E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias."
E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Apocalipse 12:4-6
Herói é uma figura arquetípica que reúne em si os atributos necessários para superar de forma excepcional um determinado problema de dimensão épica. Do grego ‘hrvV, pelo latim heros, o termo herói designa originalmente o protagonista de uma obra narrativa ou dramática. Para os Gregos, o herói situa-se na posição intermédia entre os deuses e os homens, sendo, em geral filho de um deus e uma mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles). Portanto, o herói tem dimensão semidivina. histórias, lendas e ritos passados de geração para geração de forma oral ou escrita. Há diversos temas na mitologia chinesa, incluindo mitos envolvendo a fundação da cultura chinesa e do Estado chinês. Como em muitas mitologias, acredita-se que ela seja uma forma de rememoração de fatos passados.
Os historiadores supõem que a mitologia chinesa tem início por volta de 1100 a.C. Os mitos e lendas foram passados de forma oral durante aproximadamente mil anos antes de serem escritos nos primeiros livros como o Shui Jing Zhu e o Shan Hai Jing. Outros mitos continuaram a ser passados através de tradições orais tais como o teatro e canções, antes de serem escritos em livros como no Fengshen Yanyi.
Mitos e lendas
APOLO E A SERPENTE PÍTON
— É tudo verdade, Juno: Latona está grávida do seu esposo, Júpiter!
Íris, a mensageira e confidente de Juno, fora quem descobrira a novidade.
— Pois quero esta mulher bem longe de qualquer terra, compreendeu? -esbravejou Juno,
enciumada. — Bem longe de qualquer terra.
"Bem longe de qualquer terra", pensou íris. "É um bocado longe."
Latona, com o ventre dolorido, foi obrigada, assim, a percorrer o mundo todo —
atravessando, exausta, lugares como o Quio, a Trácia, a Ática, a Eubéia, as ilhas do mar Egeu,
sem jamais receber abrigo de quem quer que fosse, em lugar algum. E como se isto não bastasse,
atrás dela ainda ia Píton, uma terrível serpente encarregada de devorar os seus filhos. Sem dar um
segundo de descanso, a pavorosa serpente empenhou-se na sua tarefa, sem nunca, entretanto,
conseguir alcançar o seu objetivo maior.
Assim, depois de muito vagar, Latona acabou por chegar à ilha de Ortígia, onde
encontrou, finalmente, um abrigo. Ortígia era uma ilha flutuante, não estando fixa, portanto, em
lugar algum, não fazendo parte da terra.
Ali, durante nove dias e nove noites, Latona gemeu sob o império da dor. Mas Ilícia, a
deusa que preside os partos, soube dos sofrimentos atrozes pelos quais a pobre mãe passava e
resolveu socorrê-la.
— O filho de Latona será o mais belo dos deuses, e para mim será uma honra excelsa
presidir o seu nascimento — disse ela às amigas, antes de partir.
E assim foi. Depois de intenso sofrimento, Latona viu seus trabalhos duplamente
recompensados: de seu ventre saíram não um, mas dois filhos — um belo menino, de nome
Apólo, e uma graciosa menina, chamada Diana.
— Aí tens o dia e a noite, um em cada braço — disse Ilícia, ternamente. Apólo, de pele
alva e louros cabelos, de fato era a representação perfeita do sol e do dia, enquanto que Diana, de
cabelos negros caídos sobre um colo faiscante, representava a lua envolta pela noite.
Júpiter deu a seus filhos muitos presentes, mas o que mais lhes agradou foi um
maravilhoso arco confeccionado por Vulcano. Desde este dia Diana afeiçoou-se de tal modo ao
seu exercício, que acabou se tornando a deusa da caça. Quanto a Apólo, tinha em mente, antes
que tudo, vingar sua mãe.
— Diga-me, meu pai, onde está a terrível serpente que perseguiu tão cruelmente a minha
mãe — disse ele, com os olhos postos no céu -, e irei matá-la com minhas próprias setas.
Latona e seus filhos abandonaram a ilha — que passou a se chamar, desde então, Delos,
ou seja, "ilha luminosa", em homenagem ao deus da luz e do sol -e, após vários percalços,
chegaram enfim ao seu destino.
— Eis o monte Parnaso, meus filhos — disse Latona, abraçada aos dois. Mas aquele local
magnífico, repleto de montanhas e abundante vegetação, escondia também um horror. Era ali
que a serpente Píton, filha da Terra, vivia, instalada bem ao pé do monte Parnaso em um imundo
covil.
— Chegou a hora, maldita serpente — disse Apólo, enganchando uma flecha em seu
poderoso arco -, de acertarmos as nossas contas.
De dentro da caverna partiu um urro tremendo, que fez desmoronar muitas montanhas
ao redor. Logo em seguida um bafo pestilencial, um misto de fogo e de sangue, foi expelido de
dentro, incendiando tudo que estivesse à sua frente. A serpente medonha escorregou para fora da
cova como se fosse uma língua em chamas expelida pela goela escancarada da montanha.
Apolo, após subir em cima de um rochedo, estendeu o mais que pôde a corda de seu arco
e mirou no abismo de sua boca infernal. A fera, contudo, desviou-se da seta, dando um salto
inesperado e rolando de lado sobre a relva, que ficou toda crestada.
— Apolo, meu filho, cuidado! — gritava sua mãe, abraçada a Diana, que queria se
desvencilhar dos braços da mãe para ir ajudar o irmão.
— Não se meta nisto, minha irmã! — bradou o deus solar. — Você é muito nova e frágil
para enfrentá-la
Apólo nem se dava conta de que tinha a mesma idade da irmã, mas naquele momento foi
a única coisa que lhe ocorreu para manter a salvo as duas mulheres.
A serpente agora estava completamente em pé — parecia impossível, mas estava
completamente ereta, como uma gigantesca palmeira -, e seu ventre, originalmente claro, estava
todo coberto do sangue seco e dos ossos esmagados de antigos e horrendos festins. Um silvo
ensurdecedor passou sobre o rosto de Apólo, como um vento quente e mórbido que um vulcão
houvesse expelido em seu rosto.
Píton entesou o seu corpo e lançou um bote quase certeiro sobre a rocha onde o deus do
sol se mantinha precariamente equilibrado. Um grande dente amarelado da serpente ficou
cravado sobre a rocha, como se fosse uma gigantesca espada enterrada na pedra. Dela escorria
um líquido pestilencial da cor do âmbar e que exalava um odor terrivelmente nefasto.
Apólo foi cair sobre a saliência de um penedo, ainda entontecido pelo bafo mefítico da
sua cruel inimiga. A serpente Píton, após relancear a cabeça em várias direções, arregalou suas
grandes pupilas horizontais: uma centena de línguas fendidas saíram ao mesmo tempo de sua
boca e chicotearam o ar em todas as direções. A temível Píton farejara novamente a sua presa.
Mas antes que volvesse sua cabeça na fatídica direção, Apólo já estava em pé outra vez.
Retesando ao mesmo tempo em seu arco três de suas mais afiadas setas, Apólo esticou a corda
até que ela quase estalasse.
— Serpente maldita, aqui está o seu castigo! — disse o deus, despedindo as três setas, que
partiram sibilando pelo ar.
Já no caminho as poderosas setas foram duelando com as línguas serpenteantes da víbora,
e uma chuva delas caiu do alto, decepadas pela velocidade das setas. Em seguida, cada qual
tomando seu caminho foi buscar um alvo diferente: a primeira foi alojar-se no olho esquerdo da
víbora; a segunda penetrou em seu peito, ausente de escamas, enterrando-se em seu coração; e
finalmente a terceira entrou-lhe pela boca adentro, tirando-lhe o hausto da vida. Como uma
palmeira que tomba, a serpente Píton caiu, provocando um grande estrondo, que fez tremer a
Terra durante oito dias.
Apólo vencera. Tomando então sua lira — que Mercúrio lhe dera de presente -, ele
entoou sua canção de vitória, abraçado à mãe e à irmã. Disse a elas, triunfante:
— Aqui enterrarei a terrível serpente, e sobre seu túmulo erguerei um sagrado templo,
além de um oráculo, que será em breve o mais famoso de todos.
Era o oráculo de Delfos, local onde todo mortal iria sondar os irrevogáveis decretos das
Parcas, as deusas que presidem ao destinoCadmo
Os historiadores supõem que a mitologia chinesa tem início por volta de 1100 a.C. Os mitos e lendas foram passados de forma oral durante aproximadamente mil anos antes de serem escritos nos primeiros livros como o Shui Jing Zhu e o Shan Hai Jing. Outros mitos continuaram a ser passados através de tradições orais tais como o teatro e canções, antes de serem escritos em livros como no Fengshen Yanyi.
Mitos e lendas
APOLO E A SERPENTE PÍTON
— É tudo verdade, Juno: Latona está grávida do seu esposo, Júpiter!
Íris, a mensageira e confidente de Juno, fora quem descobrira a novidade.
— Pois quero esta mulher bem longe de qualquer terra, compreendeu? -esbravejou Juno,
enciumada. — Bem longe de qualquer terra.
"Bem longe de qualquer terra", pensou íris. "É um bocado longe."
Latona, com o ventre dolorido, foi obrigada, assim, a percorrer o mundo todo —
atravessando, exausta, lugares como o Quio, a Trácia, a Ática, a Eubéia, as ilhas do mar Egeu,
sem jamais receber abrigo de quem quer que fosse, em lugar algum. E como se isto não bastasse,
atrás dela ainda ia Píton, uma terrível serpente encarregada de devorar os seus filhos. Sem dar um
segundo de descanso, a pavorosa serpente empenhou-se na sua tarefa, sem nunca, entretanto,
conseguir alcançar o seu objetivo maior.
Assim, depois de muito vagar, Latona acabou por chegar à ilha de Ortígia, onde
encontrou, finalmente, um abrigo. Ortígia era uma ilha flutuante, não estando fixa, portanto, em
lugar algum, não fazendo parte da terra.
Ali, durante nove dias e nove noites, Latona gemeu sob o império da dor. Mas Ilícia, a
deusa que preside os partos, soube dos sofrimentos atrozes pelos quais a pobre mãe passava e
resolveu socorrê-la.
— O filho de Latona será o mais belo dos deuses, e para mim será uma honra excelsa
presidir o seu nascimento — disse ela às amigas, antes de partir.
E assim foi. Depois de intenso sofrimento, Latona viu seus trabalhos duplamente
recompensados: de seu ventre saíram não um, mas dois filhos — um belo menino, de nome
Apólo, e uma graciosa menina, chamada Diana.
— Aí tens o dia e a noite, um em cada braço — disse Ilícia, ternamente. Apólo, de pele
alva e louros cabelos, de fato era a representação perfeita do sol e do dia, enquanto que Diana, de
cabelos negros caídos sobre um colo faiscante, representava a lua envolta pela noite.
Júpiter deu a seus filhos muitos presentes, mas o que mais lhes agradou foi um
maravilhoso arco confeccionado por Vulcano. Desde este dia Diana afeiçoou-se de tal modo ao
seu exercício, que acabou se tornando a deusa da caça. Quanto a Apólo, tinha em mente, antes
que tudo, vingar sua mãe.
— Diga-me, meu pai, onde está a terrível serpente que perseguiu tão cruelmente a minha
mãe — disse ele, com os olhos postos no céu -, e irei matá-la com minhas próprias setas.
Latona e seus filhos abandonaram a ilha — que passou a se chamar, desde então, Delos,
ou seja, "ilha luminosa", em homenagem ao deus da luz e do sol -e, após vários percalços,
chegaram enfim ao seu destino.
— Eis o monte Parnaso, meus filhos — disse Latona, abraçada aos dois. Mas aquele local
magnífico, repleto de montanhas e abundante vegetação, escondia também um horror. Era ali
que a serpente Píton, filha da Terra, vivia, instalada bem ao pé do monte Parnaso em um imundo
covil.
— Chegou a hora, maldita serpente — disse Apólo, enganchando uma flecha em seu
poderoso arco -, de acertarmos as nossas contas.
De dentro da caverna partiu um urro tremendo, que fez desmoronar muitas montanhas
ao redor. Logo em seguida um bafo pestilencial, um misto de fogo e de sangue, foi expelido de
dentro, incendiando tudo que estivesse à sua frente. A serpente medonha escorregou para fora da
cova como se fosse uma língua em chamas expelida pela goela escancarada da montanha.
Apolo, após subir em cima de um rochedo, estendeu o mais que pôde a corda de seu arco
e mirou no abismo de sua boca infernal. A fera, contudo, desviou-se da seta, dando um salto
inesperado e rolando de lado sobre a relva, que ficou toda crestada.
— Apolo, meu filho, cuidado! — gritava sua mãe, abraçada a Diana, que queria se
desvencilhar dos braços da mãe para ir ajudar o irmão.
— Não se meta nisto, minha irmã! — bradou o deus solar. — Você é muito nova e frágil
para enfrentá-la
Apólo nem se dava conta de que tinha a mesma idade da irmã, mas naquele momento foi
a única coisa que lhe ocorreu para manter a salvo as duas mulheres.
A serpente agora estava completamente em pé — parecia impossível, mas estava
completamente ereta, como uma gigantesca palmeira -, e seu ventre, originalmente claro, estava
todo coberto do sangue seco e dos ossos esmagados de antigos e horrendos festins. Um silvo
ensurdecedor passou sobre o rosto de Apólo, como um vento quente e mórbido que um vulcão
houvesse expelido em seu rosto.
Píton entesou o seu corpo e lançou um bote quase certeiro sobre a rocha onde o deus do
sol se mantinha precariamente equilibrado. Um grande dente amarelado da serpente ficou
cravado sobre a rocha, como se fosse uma gigantesca espada enterrada na pedra. Dela escorria
um líquido pestilencial da cor do âmbar e que exalava um odor terrivelmente nefasto.
Apólo foi cair sobre a saliência de um penedo, ainda entontecido pelo bafo mefítico da
sua cruel inimiga. A serpente Píton, após relancear a cabeça em várias direções, arregalou suas
grandes pupilas horizontais: uma centena de línguas fendidas saíram ao mesmo tempo de sua
boca e chicotearam o ar em todas as direções. A temível Píton farejara novamente a sua presa.
Mas antes que volvesse sua cabeça na fatídica direção, Apólo já estava em pé outra vez.
Retesando ao mesmo tempo em seu arco três de suas mais afiadas setas, Apólo esticou a corda
até que ela quase estalasse.
— Serpente maldita, aqui está o seu castigo! — disse o deus, despedindo as três setas, que
partiram sibilando pelo ar.
Já no caminho as poderosas setas foram duelando com as línguas serpenteantes da víbora,
e uma chuva delas caiu do alto, decepadas pela velocidade das setas. Em seguida, cada qual
tomando seu caminho foi buscar um alvo diferente: a primeira foi alojar-se no olho esquerdo da
víbora; a segunda penetrou em seu peito, ausente de escamas, enterrando-se em seu coração; e
finalmente a terceira entrou-lhe pela boca adentro, tirando-lhe o hausto da vida. Como uma
palmeira que tomba, a serpente Píton caiu, provocando um grande estrondo, que fez tremer a
Terra durante oito dias.
Apólo vencera. Tomando então sua lira — que Mercúrio lhe dera de presente -, ele
entoou sua canção de vitória, abraçado à mãe e à irmã. Disse a elas, triunfante:
— Aqui enterrarei a terrível serpente, e sobre seu túmulo erguerei um sagrado templo,
além de um oráculo, que será em breve o mais famoso de todos.
Era o oráculo de Delfos, local onde todo mortal iria sondar os irrevogáveis decretos das
Parcas, as deusas que presidem ao destinoCadmo
Cadmo
(em grego: Κάδμος) foi um herói da mitologia grega, lendário fundador da cidade grega de Tebas e introdutor do alfabeto fenício na Grécia.
Filho do rei Agenor e irmão mais velho de Europa, Cílix e Fênix. Quando Europa foi raptada por Zeus, o pai ordenou aos três filhos que fossem à sua procura e que não voltassem sem ela.
Durante o seu périplo, os irmãos de Europa fundaram várias cidades e por fim acabaram se estabelecendo definitivamente em outras regiões. Fênix se instalou na Fenícia; Cílix, na Cilícia; e Cadmo, na Grécia.
Cadmo viajou acompanhado da mãe, Teléfassa, e dirigiu-se inicialmente para a Trácia (ou Samotrácia), onde viveu algum tempo. Pouco depois da morte da mãe, aconselhado pelo oráculo de Delfos, parou de procurar Europa e fundou a Cadméia, a acrópole fortificada da futura cidade de Tebas.
Segundo a tradição, o oráculo havia mandado Cadmo escolher o local seguindo uma vaca até que ela caísse de cansaço. Ao encontrar uma vaca com um sinal diferente, Cadmo a seguiu até a Beócia e decidiu fundar a cidade no local onde ela parou. Antes, para obter água de uma fonte próxima, teve de matar a pedradas um dragão (tido por filho de Ares) que guardava um bosque sagrado. Logo depois, a conselho de Atena, semeou os dentes do dragão morto.
Dos dentes nasceram diversos guerreiros, totalmente armados e de aspecto ameaçador. Instado por Atena, Cadmo lançou, sem ser visto, uma pedra sobre eles. A pedra desencadeou uma violenta disputa e, no fim da luta, restaram apenas cinco guerreiros vivos, os espartos (i.e., "os semeados"). Eles auxiliaram Cadmo na fundação da cidade e eram considerados ancestrais das famílias nobres de Tebas.
Devido à morte do dragão, Cadmo foi condenado pelos deuses a servir Ares durante 8 anos. No fim do período, Zeus concedeu-lhe a mão de Harmonia, filha de Ares e de Afrodite. Os deuses imortais comparecerem em peso ao casamento, as musas cantaram durante os festejos e a noiva recebeu dois presentes fabulosos: um maravilhoso vestido, tecido pelas Cárites, e um belíssimo colar de ouro, feito por Hefesto.
Cadmo tornou-se rei de Tebas e seu reinado foi longo e próspero; consta que ele civilizou a Beócia e ensinou aos gregos o uso da escrita. Cadmo (e Harmonia) tiveram vários filhos, Autônoe, Ino, Sêmele, Agave e Polidoro.[1]
Embora Tebas tenha prosperado sob o reinado de Cadmo, o infortúnio sobrepujou seus descendentes. Na sua velhice, duas de suas filhas e dois de seus netos foram mortos violentamente.
Já idoso, Cadmo entregou o trono de Tebas a Penteu, filho de Ágave e Équion (um dos espartos), e retirou-se com Harmonia para a Ilíria, onde se tornou rei e teve outro filho, Ilírio. Viveu ainda algum tempo e, no final da vida, foi transformado pelos deuses em serpente, juntamente com sua esposa.
Três Augustos e os Cinco Imperadores
A lista de nomes que compreende os Três Augustos e os Cinco Imperadores varia bastante entre as fontes, mas a versão mais conhecida e de maior circulação é:
- Os Três Augustos:
- Os Cinco Imperadores:
- Shaohao (少昊) — Líder dos Dongyi ou "Bárbaros do Leste", sua tumba piramidal está localizada na província de Shandong.
- Zhuanxu (颛顼) — Neto do Imperador Amarelo.
- Ku (帝喾) — Bisneto do Imperador Amarelo e sobrinho de Zhuanxu.
- Yao (尧) — Filho de Ku. Seu irmão mais velho sucedeu Ku, mas abdicou ao sentir-se um legislador ineficaz.
- Shun (舜) — Yao deixou sua posição para Shun em detrimento de seu próprio filho por causa da habilidade e moral de Shun.
Grande Enchente
Religião e mitologia
A religião tradicional chinesa, fruto de todo este intercâmbio e sincretismo, foi a religião oficial da China até à queda da monarquia (1911). Ela foi praticada na sua expressão máxima pelo Imperador chinês e centrava-se no culto a Shangdi ou Tian, que é o Deus supremo chinês:
Qual é, ou qual era a religião oficial? Seu centro era o culto de Shang Ti (ou Tian), o ser supremo, o coordenador universal. Na circunferência, situava-se o culto e o império dos demónios. Entre o centro e a circunferência, ficavam, em círculos concêntricos, as diversas divindades, os sábios, os antepassados e os homens deificados. O acto supremo do culto nacional era o sacrifício imperial a Shang Ti. Só o Imperador, o grão sacerdote do mundo, o filho do Céu, podia oferecer esse sacrifício que remontava à maior antiguidade, e que permaneceu até à queda do Império.[1] |
[Divindades
Em sua maioria os mitos chineses envolvem temas morais que informam o povo de sua cultura e de seus valores. Há muitas histórias que podem ser estudadas ou coletadas na China.
Divindades de origem taoísta
- Os Três Puros (三清) — Os Três Puros são a trindade taoísta de deuses representando os princípios supremos.
- Quatro Imperadores (四御) — Reis celestes do taoísmo.
- O Imperador de Jade (玉皇大帝) — O Imperador de Jade é o governante supremo de tudo, contado entre as principais divindades taoístas.
- Beiji Dadi (中天紫微北极大帝) — Governante das estrelas.
- Tianhuang Dadi (勾陈上宫天皇大帝) — Governante dos deuses.
- Imperatriz da Terra (后土皇地祇)
- Xi Wangmu (西王母) — Xi Wangmu ou Rainha Mãe do Oeste é a deusa que detém o segredo da vida eterna e a entrada para o paraíso. Originalmente era uma deusa feroz com dentes de tigre e que enviava pragas ao mundo, mas ao ser incorporada ao panteão taoísta, transformou-se em uma divindade benigna. Na mitologia chinesa popular, Xi Wangmu vive em um palácio de jade e, por isso, é considerada a patrona dos mineiros de jade. Ela também possui um pessegueiro que a cada três mil anos produz um pêssego que concede a imortalidade.
- Pak Tai ou Bei Di(北帝, 真武大帝) — Deus taoísta do Norte, Pak Tai é um dos Cinco Imperadores que desde a Dinastia Han são associados a cada um dos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro) segundo a teoria dos Cinco Elementos (wu xing). Em Hong Kong e Macau, são considerados divindades do vento. Pak Tai é também o deus das águas, elemento associado ao norte como a cor preta. Seu animal totem é a tartaruga negra.
- Xuan Nu (玄女) — Xuan Nu foi a deusa que ajudou Huangdi (黃帝), o Imperador Amarelo, a subjugar Chi You (蚩尤) na guerra travada entre os dois. Depois de enfrentarem-se nove vezes em uma guerra cíclica sem que nenhum dos dois vencesse, o Imperador Amarelo retirou-se para o Monte Tai que ficou envolto em neblina durante três dias. Então apareceu Xuan Nu, que tinha cabeça de pessoa e corpo de ave, e aproximou-se do Imperador comunicando-lhe uma estratégia para vencer a guerra.
- Oito Imortais (八仙) — Os Oito Imortais são uma crença taoísta descrita pela primeira vez na Dinastia Yuan. O poder de cada Imortal pode ser transferido para uma ferramenta que pode dar vida e destruir o mal. A maioria nasceu nas Dinastias Tang ou Sung. Eles não só são venerados pelos taoístas como são elementos da cultura chinesa. Vivem na Montanha Penglai.
- He Xiangu (何仙姑)
- Cao Guojiu (曹國舅)
- Tie Guaili (鐵拐李)
- Lan Caihe (藍采和)
- Lu Dongbin (呂洞賓)
- Han Xiang Zi (韓湘子)
- Zhang Guo Lao (張果老)
- Zhongli Quan (漢鍾離)
Divindades de origem budista
- Guan Yin (觀音) ou Kuan Yin (觀音菩薩) — Guan Yin é a deusa da compaixão e piedade.
- Hotei (彌勒菩薩) — Hotei é uma divindade budista popular. Deus da alegria e fortuna.
- Dizang (地藏菩薩) — Dizang é aquele que salva da morte.
- Yanluo (閻羅) — Yanluo é o governante do Inferno (forma abreviada do sânscrito Yama Raja, 閻魔羅社).
- Shi Tennô (四大天王) — Os Shi Tennô (Quatro Reis Celestes) são deuses guardiões budistas.
Outras divindades
- Erlang Shen (二郎神) — Erlang Shen é um deus chinês com um terceiro olho na testa que vê a verdade. É uma divindade beligerante e sempre empunha uma espada de três pontas e mantém seu fiel "Cão Celestial Sagrado" (啸天犬) ao seu lado, o qual ajuda-o a subjugar espíritos malignos. Sua origem varia, sendo por vezes tido como segundo filho do Rei Celestial do Norte, Vaishravana. E por vezes como sobrinho do Imperador de Jade (no conto A Jornada para o Oeste).
- Lei Gong (雷公) — Lei Gong é o deus do trovão. Este deus começou sua existência como mortal, mas encontrou um pessegueiro que vinha dos céus. Quando ele comeu um de seus pêssegos, tornou-se um humano com asas e logo recebeu uma maça e um martelo que poderia criar trovões. E assim transformou-se no deus dos trovões.
- Nezha (哪吒) — Nezha, também chamado San Taizi (三太子, Terceiro Príncipe), é o terceiro filho de Li Jing, general da Dinastia Tang e chefe do exército celeste, encarregado de pôr os espíritos malfeitores que contrariam as vontades divinas e atormentam os homens no caminho correto. Nezha comanda uma parte do exército. Diz-se que ele nasceu após três anos de gravidez em uma bola de carne que seu pai, furioso, partiu com uma espada. Nezha surgiu então totalmente armado. Ele tem a aparência e o temperamento caprichoso de uma criança. Flutua no ar graças a rodas de fogo sob seus pés, leva o anel cósmico com o qual matou os filhos do rei dragão e tem em mãos uma lança. Ele pode ter membros e cabeças suplementares. Talvez seja inspirado no deus védico Nalakuvara.
- Guan Yu (關聖帝君) — Guan Yu é o deus das irmandades, das artes marciais e, quando estas ocorrem, também deus da guerra.
- Zhao Gongming (赵公明) — Zhao Gongming, deus da fortuna que monta um tigre.
- Bi Gan (比干) — Bi Gan também é um deus da fortuna. É muitas vezes confundido com Wu Cai Shen (武财神) que monta um tigre e usa uma vara de pescar.
- Kui Xing (魁星) — Kui Xing é o deus dos exames e auxiliar do deus da literatura, Wen Chang. Kui Xing era um feio, mas inteligente, anão que se tornou patrono daqueles prestando os exames imperiais. É retratado sobre uma tartaruga segurando um pincel de escrever.
- Sun Wukong (孫悟空) — Sun Wukong é o deus macaco da lenda Jornada para o Oeste.
- Daoji (道濟) — Daoji era um monge budista durante a Dinastia Sung e se tornou um deus devido a suas práticas em vida.
- Matsu (妈祖) — Matsu, a deusa do Oceano, também conhecida como Rainha do Paraíso (天后). De acordo com a lenda, ela nasceu em 960 (durante a Dinastia Sung) como a sétima filha de Lîm Goān (林愿) na Ilha Meizhou, Fujian. Há muitas lendas envolvendo ela e o mar. Ainda que tenha começado a nadar tarde, com 15 anos, logo virou uma ótima nadadora. Usava um vestido vermelho para guiar os barcos de pescadores para a costa, mesmo durante tempestades. Há pelo menos duas versões envolvendo sua morte. Em uma delas, ela morreu em 987 com 28 anos, quando escalou uma montanha, subiu aos céus e tornou-se uma deusa. Outra versão da lenda diz que ela morreu de cansaço após nadar muito em busca de seu pai aos 16 anos. Após sua morte, as famílias de muitos pescadores e marinheiros começaram a rezar em honra de seus atos de bravura tentando salvar aqueles ao mar. Sua adoração espalhou-se rapidamente. É representada normalmente usando um vestido vermelho e sentada em um trono.
- Zao Jun (灶君) — Zao Jun é um deus popular da cozinha. É o mais importante de uma miríade de deuses domésticos chineses (deuses do pátio interno, poços, vãos da porta, entre outros). Acredita-se que anualmente ele leva um relatório ao Imperador Jade das atividades de cada casa para que sejam recompensadas ou punidas de acordo com elas.
- Tu Di Gong (土地公) — Tu Di Gong é o deus da terra no taoísmo e nas religiões populares chinesas. As pessoas recorrem a ele quando desejam boas colheitas, saúde e quando enterram seus entes queridos. Cada vila da China tem um templo dedicado a ele, mas ele não é um deus todo poderoso, assemelha-se mais a um burocrata.
- Shing Wong (城隍) — Shing Wong é o deus responsável pelo comércio em uma cidade.
- Zhong Kui ou Jung Kwa (鍾馗) — Zhong Kui, pessoa mitológica famosa por subjugar demônios. Foi aprovado nos exames imperiais, mas o imperador não permitiu que ele assumisse sua posição por ser muito feio. Com raiva, Zhong Kui suicidou-se e foi enterrado por seu amigo. Após tornar-se rei dos espíritos do Inferno, ele voltou para agradecer pela gentileza do amigo.
- Long Mu (龍母) — Long Mu é conhecida por ter criado cinco dragões e por isso é também chamada de Mãe dos Dragões. Long Mu morava com sua família na margem de um rio, aonde lavava roupas e pescava. Certo dia encontrou um ovo nas margens desse rio do qual nasceram cinco serpentes (ou uma, segunda algumas versões). Mesmo sendo pobre, Long Mu deu o melhor de sua comida para alimentar as serpentes e elas ajudavam-na pegando peixes no rio. Com o tempo elas cresceram e tornou-se claro que não eram serpentes, mas sim dragões. Os chineses acreditam que os dragões têm o poder de controlar o tempo e assim, durante uma seca, Long Mu pediu a eles que fizessem chover e isso deixou os aldeões satisfeitos, por isso deram-lhe o nome de "Mãe dos Dragões". A notícia desse feito chegou ao imperador Qin Shihuang que lhe enviou presentes e solicitou sua presença na capital. Mas ela já estava muito velha e morreu antes de conseguir ir.
- Hung Shing (洪聖) — Hung Shin foi um funcionário nomeado para administrar a província de Pun Yue, presentemente Guangdong. Ele estimulou os estudos de geografia e astronomia e melhorou as condições de vida da população, em especial dos pescadores. Por isso, após a sua morte, a população construiu vários templos em honra dele.
- Tam Kung — Tam Kung é o deus do mar venerado em Macau e Hong Kong. Diz-se que pode controlar o tempo e curar doenças de crianças.
- Wong Tai Sin (黃大仙) — Wong Tai Sin nasceu Wong Cho Ping (黃初平, Huang Chuping) em 338 na moderna cidade de Lanxi. Começou a praticar o taoísmo aos 15 anos e quarenta anos depois podia transformar pedras em ovelhas.
- Meng Po (孟婆) — Meng Po é a deusa do esquecimento. Ela prepara um chá chamado Chá de Cinco Sabores do Esquecimento, dado para as almas das pessoas que vão reencarnar para esquecerem suas vidas anteriores.
- Os Três Augustos e os Cinco Imperadores (三皇五帝) — grupo de soberanos lendários.
- Zhu Rong (祝融) — Deus do fogo. Venceu Gong Gong.
- Gong Gong (共工) — Deus da água, durante a luta com o deus do fogo, ele partiu o Monte Buzhou, quebrou o céu, que foi em seguida consertado por Nüwa. É o responsável pelas enchentes. Conta-se que envergonhado por ter perdido a batalha pelo trono do Paraíso, ele bateu sua cabeça contra o Monte Buzhou (不周山), um dos pilares do céu. O pilar ficou muito avariado o que levou o céu a inclinar-se para nordeste e a terra para sudeste, causando grandes enchentes e sofrimento para as pessoas. Nüwa (女媧) cortou a perna de uma tartaruga gigante e a usou para reparar o estrago, sem consegui-lo de todo e isso explica porque a Lua, o Sol e as estrelas se movem para nordeste e os rios na China para sudeste.
- Chi You (蚩尤) — Deus da guerra. Inventor das armas de metal. Adversário de Huangdi.
- Da Yu (大禹) — Da Yu ou Yu o Grande regula o curso dos rios, para controlar as enchentes. Foi o primeiro imperador da Dinastia Xia e é venerado por ter ensinado o povo da China a controlar as enchentes, tendo passado sua vida a procura da solução para o problema. Sua perseverança foi tanta que impressionou Shun e este cedeu-lhe o trono. No local onde morreu durante uma caçada, foi erguido um mausoléu.
- Kua Fu — Kua Fu é um gigante que persegue o Sol. Um dia ele decidiu descobrir para onde o Sol ia à noite e pegá-lo sem nunca conseguir.
- Cangjie (倉頡) — Cangjie criou os caracteres chineses.
- Houyi (后羿) — Houyi ou apenas Yi é um grande arqueiro, famoso por ter derrubado nove sóis. Conta a lenda que em tempos antigos, havia dez sóis na terra que se substituíam saindo um a cada dia. Um dia, cansados de suas rotinas, resolveram sair todos de uma vez e o calor foi tanto que as pedras derretiam, as pessoas morriam e as plantas secavam. Por isso, o imperador, Yao, implorou ao pai dos sóis, Dijun, que os controlasse. Os sóis não deram ouvidos a seu pai e por isso ele enviou Houyi para a Terra com um arco mágico e flechas. Dijun esperava que Houyi apenas assustasse os sóis, mas quando Houyi viu a devastação causada por aqueles foi tomado por um acesso de fúria e derrubou nove deles, restando apenas o atual. Dijun por sua vez ficou furioso e baniu Houyi para a Terra para passar o resto de seus dias como um mortal.
- Chang'e (嫦娥) — Chang'e é a esposa de Yi e deusa da Lua. Há pelo menos três versões de sua história.
- Qi Xi — Qi Xi é a lenda conhecida no Japão como Tanabata. Ela diz que um jovem pastor chamado Niulang (牛郎, a estrela Altair) viu certa vez sete fadas a banharem-se em um lago. Encorajado por um boi, ele pegou as roupas delas e esperou. As fadas escolheram a mais jovem e bela dentre elas Zhinü (織女, a estrela Vega) para pegar as roupas de volta. Ela o faz, mas como Niulang a viu nua, ela precisava concordar em casar-se come ele. Ela aceita e torna-se uma boa esposa, bem como ele um bom marido. Mas a Deusa do Céu, em algumas versões a mãe de Zhinü, descobre que um mero mortal casou-se com uma das fadas e fica furiosa. Tirando a presilha de seu cabelo, a Deusa cria um rio no céu para separá-los para sempre (ou seja, a Via Láctea que separa Altair de Vega). Mas uma vez por ano, pássaros apiedam-se dos dois e formam uma ponte no céu (鵲橋, Que Qiao) sobre Deneb na constelação de Cygnus e por isso eles ficam juntos durante uma noite, a sétima noite do sétimo mês.
- Han Ba (旱魃) — Han Ba é uma antiga deusa da seca.
- Wenchang Wang (文昌王)
- Gao Yao — Gao Yao é o deus da justiça e do julgamento.
Criaturas mitológicas
[ Pássaros
- Ji Guang (吉光)
- Jian (鶼) — A Jian é uma ave mítica que se acredita só tenha um olho e uma asa: um par dessas aves depende um do outro, é inseparável, daí, representar o marido e a mulher.
- Jingwei (精衛) — Jingwei é o pássaro mítico que tenta encher o oceano com gravetos e seixos. Na verdade o Jingwei era a filha do Imperador Yandi, mas morreu jovem, afogada no Mar do Leste. Após sua morte ela decidiu renascer como um pássaro para vingar-se do mar trazendo gravetos e seixos das montanhas próximas tentando enchê-lo a fim de evitar que sua tragédia aconteça a outros.
- Jiu Tou Niao — Jiu Tou Niao é uma ave de nove cabeças usada para assustar crianças. Conta a lenda que ela seqüestra jovens meninas e as leva para sua caverna onde ficam até ser salvas por um herói.
- Su Shuang (鷫鵊) — Su Shuang é uma ave mitológica, também descrita como uma ave aquática, como o grou.
- Peng (鵬) — A Peng é uma ave mitológica gigante e de impressionante poder de vôo. Também conhecida como roc chinesa.
- Qing Niao (青鳥) — Qing Niao o mensageiro de Xi Wangmu.
- Zhu — A ave Zhu é tida como um mau presságio.
Dragões
- Huanglong - Huanglong, o Dragão Amarelo, conhecido pela sua sabedoria.
- Yinglong — Yinglong é um servo poderoso de Huangdi. Uma lenda diz que Yinglong ajudou um homem chamado Yu (禹) a parar uma enchente do Rio Amarelo abrindo canais com sua cauda.
- Reis Dragões (龍王) — Os Reis Dragões são os quatro governantes dos quatro oceanos (cada um corresponde a um ponto cardeal). Eles vivem em palácios de cristal no fundo do mar de onde governam a vida animal.
- Fucanglong — Fucanglong é um dragão do mundo subterrâneo que guarda os tesouros enterrados. Sua saída da terra provoca a erupção de vulcões.
- Shenlong — Shenlong é um dragão que pode controlar os ventos e as chuvas.
- Dilong — Dilong é o dragão da terra.
- Tianlong — Tianlong são os dragões celestiais que puxam as carruagens dos deuses e guardam seus palácios.
- Li — O Li é um dragão dos mares menor. Não tem chifres.
- Jiao — O Jiao é outro dragão sem chifre que vive em pântanos. O dragão mais inferior.
- Seiryuu (chinês: Qīng Lóng, 青龍, O Deus-Dragão do Leste) - É o nome japonês de um dos Quatro Deuses Celestiais do budismo, que representa o Norte, a cor Azul, a estação Primavera e o elemento Madeira.
- Suboshi (chinês: Jiăo ) - Chifre
- Amiboshi (chinês: Kàng ) - Pescoço
- Tomoboshi (chinês: Dĭ ) - Raíz
- Soiboshi (chinês: Fáng ) - Quarto
- Nakagoboshi (chinês: Xīn ) - Coração
- Ashitareboshi (chinês: Wěi ) - Cauda
- Miboshi (chinês: Jī ) - "Peneira que separa grãos da casca"
Outras criaturas
- Qilin (em japonês, Kirin) — O Qilin é um animal quimérico que traz boa sorte. Originalmente, sua aparência remete à girafa.
- Long Ma (龍馬) — O Long Ma é um animal semelhante ao Qilin.
- Kun (鯤) — O Kun é um monstruoso peixe gigante. Diz-se que podem se transformar em aves, e assim são capazes de viajar seis meses sem descanso, pois com um bater de asas percorrem várias milhas.
- Jiang Shi — Jian Shi, também conhecidos como vampiros chineses, são corpos ressuscitados de pessoas cuja alma não conseguiu deixar o corpo e que sugam a essência vital (o ki) de outros seres.
- Luduan — Um Luduan é uma fera capaz de pressentir a verdade. Por causa desse poder, os imperadores da Dinastia Qing como Qianlong colocavam diversas figuras desses animais em seus tronos.
- Yaoguai — Yaoguais são espíritos malignos e demônios. Geralmente o espírito de um animal que ganhou poderes através da prática do taoísmo e que pretende obter a imortalidade e ser cultuado. Muitos são animais de estimação dos deuses e outros têm poder o bastante para controlar um número pequeno de outros Yaoguai. O Di Yu é local de habitação de muitos deles.
- Nian — A Nian é uma fera que vive no fundo do mar e que vem a Terra no ano novo para devorar as pessoas, as quais tentam assustá-la dançando, estourando fogos de artifício e batendo em tambores, além de decorar tudo com vermelho, pois a fera não gosta dessa cor.
- Cabeça de Boi (牛頭) e Cara de Cavalo (馬面) (牛頭馬面) — Cabeça de Boi e Cara de Cavalo são jovens mensageiros do Inferno. São as primeiras pessoas que um morto encontra após chegar ao mundo inferior. Em muitas histórias, eles escoltam o morto para o mundo inferior (aparentemente, algumas pessoas tentam fugir). No clássico conto Jornada para o Oeste, os dois são enviados para capturar Sun Wukong, mas são vencidos por ele. Depois disso, Sun Wukong vai ao mundo inferior e risca seu nome e o de seus entes da lista de pessoas vivas, obtendo, assim, a imortalidade para todos.
- Pi Xie (貔貅) — Um Pi Xie ou Pixiu é uma criatura semelhante ao Rui Shi e descendente de dragões capaz de atrair boa sorte e fortuna. Tem enorme apetite por ouro e prata.
- Rui Shi (瑞獅) — Rui Shi são os leões que protegem a entrada de lugares específicos, em especial, palácios, tumbas e templos imperiais. Em geral, aparecem em casais, o macho tem sob sua pata um globo e protege a propriedade, e a fêmea um filhote e protege as pessoas.
- Tao Tie (饕餮) — O Tao Tie uma figura mitológica semelhante à gárgula, muitas vezes encontrada em vasilhas de bronze antigas, representando a ganância. Diz-se ser o quinto filho de um dragão e tem tamanho apetite que come sua própria cabeça.
- Xing Tian (刑天, "Punido" ou "Aquele punido pelos Céus") — Xing Tian é um gigante sem cabeça. Foi decapitado pelo Imperador Amarelo como punição por desafiá-lo. Como não tem cabeça, seu rosto fica em suas costas. Ele perambula pelos campos e estradas e é normalmente representado carregando um escudo e um machado e fazendo uma feroz dança de guerra.
Lugares mitológicos
{{artigo principal:Lista de lugares na mitologia chinesa}}- Que Qiao (鵲橋) — A ponte formada por pássaros ao longo da Via Láctea.
- Penglai (蓬萊) — O Paraíso, uma ilha lendária no mar da China.
- Longmen (龍門) — O portão do dragão onde uma carpa pode torna-se um dragão.
Escrita dos mitos
Em sua forma estabelecida, a maioria dos mitos conhecidos hoje é derivada de sua documentação nos seguintes textos:- Shan Hai Jing — Significando literalmente Pergaminho da Montanha e do Mar, o Shan Hai Jing descreve os mitos, a magia e a religião da China Antiga em detalhes e também documenta a geografia "do mar e da montanha", a História, a medicina, os costumes e etnias em tempos antigos. É conhecido como uma das primeiras enciclopédias da China.
- Shui Jing Zhu — Significando literalmente Comentários Sobre o Pergaminho da Água, este texto começou a ser escrito como um conjunto de comentários sobre o Pergaminho da Água , mas tornou-se famoso pela novidade de sua extensiva documentação da geografia, história e lendas associadas.
- Hei'an Zhuan — O Épico da Escuridão, é a única coleção de lendas em forma de poesia épica preservada por uma comunidade dos Han da China, mais precisamente, os habitantes da área montanhosa de Shennongjia em Hubei, contendo relatos que vão desde o nascimento de Pan Ku até a era histórica.
- Documentos históricos imperiais e livros filosóficos como o Shangshu, o Shiji, o Liji, Lushi Chunqiu, entre outros.
- O Fengshen Yanyi (封神演義), ou Unção dos Deuses, que trata da fundação da Dinastia Zhou.
- Jornada para o Oeste, de Wu Cheng'en, um relato romanceado da peregrinação de Xuanzang para a Índia, na qual os peregrinos encontram uma variedade de espíritos, monstros e demônios.
- O Baishe Zhuan, um conto romântico que se passa em Hangzhou envolvendo uma cobra que toma forma humana e se apaixona por um homem.
Fontes literárias da mitologia chinesa
- Zhiguai, gênero literário que lida com eventos e histórias estranhas (a maioria sobrenatural).
- Contos Estranhos de um Estúdio Chinês, escrito por Pu Songling, com muitas histórias de raposas demônio.
- Documentos históricos imperiais e livros filosóficos como o Shangshu, o Shiji, o Liji, Lushi Chunqiu, entre outros.
Bibliografia
- ABREU, Antonio Dantas (Seleção e apresentação). MITOLOGIA CHINESA (Mitologia Primitiva) - Quatro mil anos de história através das lendas e dos mitos chineses. Landy Editora. São Paulo. 2000.
- CHAY, Geraldine e HAN, Y.N. Cultura Chinesa. Editora Rocca. São Paulo. 2007.
Izanagi e Izanami
Um casal, que gera todos os outros kamis do mundo, mas quando chega a vez dos kamis do fogo, eles se tornam tão ardentes que matam Izanami. Ela, prometendo retornar, diz que vai para o Submundo e que lá ele não poderia ir, tendo de esperar. Izanagi espera, mas depois de muito tempo resolve quebrar a promessa e vai atrás de Izanami. Chegando no Submundo, vê ela dando luz a vários demônios, enquanto é comida por larvas. Ela, percebendo a audácia de seu marido, manda os demônios o perseguirem. Fugindo dos demônios, Izanagi pega o seu pente de ossos que usa para prender o cabelo e o quebra, jogando seus pedaços no chão. Os demônios, famintos, devoram os brotos de bambu que surgiram do pente. Izanagi foge dos demônios, e rolando uma pedra enorme, os prende no Submundo. Izanagi fica furioso por Izanami lhe trair, que usa os poderes do sol e destroi todos os demonios.Amaterasu e Susano
Susanowo, descontente com o império dos oceanos, faz grandes patifarias à irmã, a ponto de a fazer fugir para uma caverna, deixando o mundo na escuridão. Todos os outros kami, reunidos, concebem então um plano para a fazer sair. Com grande alarido, gritos e risos, despertam a curiosidade da deusa solar, que a leva a entreabrir a entrada da caverna. Atraída por um espelho colocado à sua frente, acaba por sair, sendo então fechada a caverna, para a impedir de que entrasse novamente. Garantida de novo a luz, Susano é condenado a pagar uma multa e a ser desterrado dos céus. Mais tarde, ele arrepende-se e acaba por presentear a irmã com um esplêndido sabre encontrado no corpo de um dragão.
Susano querendo ir ao Ne no Kuni, onde Izanami está, chora e grita causando um grande estrago no universo. Susano sobe então ao Takaamahara com seu dragão kuronaya,Takaamahara é governado por Amaterasu e foi chamar a mesma para ir buscar a mãe. Amaterasu pensando que Susano quer o Takaamahara para si, pega seu arco e flecha e vai ao encontro de Susano.
Susano propõe um uquei para provar que suas intenções são boas. Amaterasu concorda. Primeiro, Amaterasu pega a espada de Susano e a mastiga. Da fumaça expirada por Amaterasu nascem três deusas, as Munakata Sanjojin. Então, Susano pega um colar de jóias de Amaterasu e a mastiga. Da fumaça expirada por Susano, nascem cinco deuses, todos homens.
Amaterasu diz que os deuses que nasceram por último (homens) foram feitos a partir de um objeto seu, portanto são filhos dela. Amaterasu afirma também que as deusas que nasceram antes são filhas de Susano. Todos os deuses dominavam cada um elemento da criação e da destruição, as deusas mulheres uma dominava o ar,outra a luz e a outra a natureza,dos deuses pois o criou usando seu poder e seu rancor mas suas filhas imploram que ele não o destrua então Amaterasu pede que seus filhos purifiquem o dragão, Susano faz o mesmo. Então o dragão é purificado e deixa de ser kuronaya para se tornar shironaya . Susano prova que seu coração é puro porque suas filhas são gentis deusas. Assim, Amaterasu perdoa Susano.Izumo
Susanowo desce a Izumo nas proximidades de um rio hoje conhecido como Hiikawa. Lá, Susanowo percebe hashis sendo carregados pela correnteza e decide subir o rio. Susanowo encontra o casal de idosos Ashinajichi e Natejichi chorando. O casal tinha oito filhas, porém o monstro Yamata no Orochi vinha uma vez por ano e comia uma de suas filhas. Sua última filha, Kushinadahime estava prestes a ser devorada. O casal então promete a mão de sua filha se Susanowo exterminasse o monstro. Susanowo mata Yamata no Orochi, se casa com Kushinadahime e constrói um castelo para morar com ela.
Um dos descendentes de Susanowo, Ookuninushi, se casa com Suserihime, filha de Susanowo. Ookuninushi e Sukunahikona desenvolvem o Ashihara no Nakatsu Kuni criando as regras da agricultura, medicina e magia.
Tsukuyomi ou Tsukyiomi, também conhecido como Tsukuyomi-no-kami, é o deus da lua no xintoímo e na mitologia japonesa. O nome Tsukuyoi é uma combinação das palavras japonesas lua/mês(tsuki) e "ler;contar"(yomu). Outra interpretação de seu nome é a combinação de "Noite iluminada pela Lua" (Tsukiyo) e um verbo significando "Olhando para"(miru). Ainda outra interpretação diz que o kanji para "arco"(弓, yumi) foi corrompido com o kanji para "yomi". "Yomi" Também pode se referir ao mundo subterrâneo, apesar desta interpretação não ser bem aceita.
Tsukuyomi foi a segunda das "Três nobres crianças" nascidas quando Izanagi, o Deus que criou a primeira terra, Onogoro-shima, estava se purificando dos pecados enquanto se banhava depois de escapar do mundo subterrâneo e das correntes de sua enrraivecida esposa, Izanami. Tsukuyomi nasceu quando Izanagi o lavou de seu olho direito. De qualquer forma, em uma história alternativa, Tsukuyomi nasceu de um espelho feito de cobre branco na mão direita de Izanagi.
Depois de subir a escada celestial, Tsukuyomi viveu no "paraiso", também conhecido como Takamagahara, com sua irmã Amaterassu, a Deusa do Sol.
Ashihara no Nakatsu Kuni
Amaterasu e os outros deuses do Takaamahara declaram que eles deveriam governar o Ashihara no
Nakatsu Kuni então governado por Ookuninushi. Vários deuses são enviados a Ashihara no Nakatsu Kuni, mas falham em seu objetivo. Amaterasu pergunta aos deuses quem deveria ser o próximo enviado. Os deuses respondem que deveria ser Itsunoohabari ou seu filho Takemikadzuchi.
Takemikadzuchi e Amenotohibune são enviados ao Ashihara no Nakatsu Kuni. Lá chegando Takemikadzuchi finca a espada Totsuka no Tsurugi no chão. Takemikadzuchi se senta com as pernas cruzadas em cima da espada e diz a Ookuninushi que Amaterasu ordenara que Ashihara no Nakatsu Kuni fosse governado por um de seus filhos. Takemikadzuchi vai então conversar com Kotoshironushi, filho de Ookuninushi e Kotoshironushi se esconde. Vai conversar com outro filho de Ookuninushi, Takeminakata. Takeminakata tenta medir forças com Takemikadzuchi, mas é derrotado.
Amaterasu envia então Takamimusubi para conversar com Ookuninushi. Takamimusubi diz a Ookuninushi que Amaterasu lhe construiria um grande castelo em troca do controle do Ashihara no Nakatsu Kuni. Ookuninushi pede um grande castelo, para seus 180 filhos morarem e depois disso desaparesce. Este castelo é o santuário Izumo Taisha, em Shimane
Yamasachihiko e Umisachihiko
Yamasachihiko perde a vara de pescar de seu irmão Umisachihiko. Yamasachihiko vai então ao castelo do deus do mar, Kaijin, se casa com sua filha e devolve a vara de pescar do irmão. Yamasachihiko e sua esposa têm a Ugayafukiaezu como filho. Ugayafukiaezu por sua vez tem como filho Kamuyamatoiwarehiko, o imperador Jinmu.
Shinigami(死神, deus da Morte; semelhante ao Ceifador Sinistro em português) é uma entidade presente na cultura japonesa. Seu trabalho é "levar" a alma dos humanos para o outro mundo. Seria um pouco equivalente a figura conhecida da Morte no Ocidente. Geralmente é usado para expressar qualquer deus da morte. Por exemplo no budismo Enma é o deus que julga e pune depois da morte (Jigoku) e no xintoísmo é a Izanami.
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